quinta-feira, 3 de julho de 2008

Here comes the sun, little darling!

[05:00 AM]


And I say it's all right.

sábado, 26 de abril de 2008

entre

O inferno fica longe, e o céu também.

sexta-feira, 28 de março de 2008

akbetnkv aopfl qçp;

naksjdl gaudla hsdgu sldashuld, dhausid amsd ahusidhiash ashduh hduhal vbmorh ajrg jqpwjd asf n afhfhuihe fhalehfl ahsfawh fhwopf hashfkncbvaurw we wqifp FJAÇ f ehsdfhsghrç efjf ,.a fiaoeifç ; A?S fwofjafa jfiç@!4 sdlfjslu i sdf naksjdl gaudla hsdgu sldashuld, dhausid amsd ahusidhiash ashduh hduhal vbmorh ajrg jqpwjd asf n afhfhuihe fhalehfl ahsfawh fhwopf hashfkncbvaurw we wqifp FJAÇ f ehsdfhsghrç efjf ,.a fiaoeifç ; A?S fwofjafa jfiç@!4 sdlfjslu i sdf naksjdl gaudla hsdgu sldashuld, dhausid amsd ahusidhiash ashduh hduhal vbmorh ajrg jqpwjd asf n afhfhuihe fhalehfl ahsfawh fhwopf hashfkncbvaurw we wqifp FJAÇ f ehsdfhsghrç efjf ,.a fiaoeifç ; A?S fwofjafa jfiç@!4 sdlfjslu i sdf naksjdl gaudla hsdgu sldashuld, dhausid amsd ahusidhiash ashduh hduhal vbmorh ajrg jqpwjd asf n afhfhuihe fhalehfl ahsfawh fhwopf hashfkncbvaurw we wqifp FJAÇ f ehsdfhsghrç efjf ,.a fiaoeifç ; A?S fwofjafa jfiç@!4 sdlfjslu i sdf naksjdl gaudla hsdgu sldashuld, dhausid amsd ahusidhiash ashduh hduhal vbmorh ajrg jqpwjd asf n afhfhuihe fhalehfl ahsfawh fhwopf hashfkncbvaurw we wqifp FJAÇ f ehsdfhsghrç efjf ,.a fiaoeifç ; A?S fwofjafa jfiç@!4 sdlfjslu i sdf naksjdl gaudla hsdgu sldashuld, dhausid amsd ahusidhiash ashduh hduhal vbmorh ajrg jqpwjd asf n afhfhuihe fhalehfl ahsfawh fhwopf hashfkncbvaurw we wqifp FJAÇ f ehsdfhsghrç efjf ,.a fiaoeifç ; A?S fwofjafa jfiç@!4 sdlfjslu i sdf naksjdl gaudla hsdgu sldashuld, dhausid amsd ahusidhiash ashduh hduhal vbmorh ajrg jqpwjd asf n afhfhuihe fhalehfl ahsfawh fhwopf hashfkncbvaurw we wqifp FJAÇ f ehsdfhsghrç efjf ,.a fiaoeifç ; A?S fwofjafa jfiç@!4 sdlfjslu i sdf naksjdl gaudla hsdgu sldashuld, dhausid amsd ahusidhiash ashduh hduhal vbmorh ajrg jqpwjd asf n afhfhuihe fhalehfl ahsfawh fhwopf hashfkncbvaurw we wqifp FJAÇ f ehsdfhsghrç efjf ,.a fiaoeifç ; A?S fwofjafa jfiç@!4 sdlfjslu i sdf.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

meu vermelho,

Perdi o meu canto, teu encanto, dei lugar à solidão. Perdi a identidade, a vontade, perdi o chão. Perdi minhas roupas, minha bolsa, meus dias de sol, meu violão. Perdi o medo, perdi a coragem, perdi a mocidade e parte do coração. Limpei a vista para a flor mais bonita, e que agora em seu jardim de rosas cresce cinza, perdendo aos poucos sua atenção. Parei para o tempo, desci para o mundo, pedi informação ao desalento, enxerguei, talvez, com mais exatidão. Perdi o calor das palavras, a clareza do olhar, o aconchego do sorriso e até a calma de suas mãos. Perdi o bem quisto, o que antes nunca havia se perdido, parte da história, perdi até a solução. O que restou foi a saudade, com muito mais intensidade, agora atrelada a esse pobre coração.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

tum-tum,

Enquanto isso, as paredes sussurram verdades. E o que poderia ter sido evitado vive sufocado entre veias e artérias, como um tambor silencioso. Apenas tentativas frustradas de ultrapassar a caixa torácica e sentir, novamente, a brisa leve acariciar as entranhas. Livre.





Às vezes as palavras tornam-se mais transparentes do que deviam.
Voam soltas, sem a preocupação de onde vão pousar.

sábado, 22 de dezembro de 2007

I'm Not There

*esperando ansiosamente*


http://www.youtube.com/watch?v=CZGseissqX8



=)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

[in]coerência

Simplesmente não sei. Tenho minhas divagações, mas prefiro não opinar.
As coisas são óbvias, porém complicamos para haver alguma graça.
Dizem que para tudo há uma saída. Acabamos de sair por uma e procuramos outra. O problema é que pensamos. Outro problema maior ainda é que pensamos demais. Por essas e outras, acabamos caindo em contradições. Eu digo sim, eu digo não. Decisões aleatoriamente pensadas, às vezes com causas infundadas. Repetição torna-se um erro.
Nada é certo, tudo é incerto. As palavras têm grande poder, mas não se sabe usá-las. Nexos e desconexos; assim resulta a relação entre as pessoas.
Os tempos estão mudando junto aos valores.
Na verdade, eles sempre foram os mesmos.
Ou quase nunca existiram.
Os valores.
Sabe-se lá.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

lazy eyes;

Acaba-se de perder a noção do tempo/espaço. Noção do que se vê, do que se pensa. As verdades e sentimentos saem do corpo, ficam lado a lado, agindo por si sós. Perde-se o controle dos sentidos, eles escapam e se chocam, partindo-se em fragmentos que lhe confundem e embaçam a vista. Deformações e ilusões o enganam, elas voam em redemoinhos coloridos e tipografados com palavras das gavetas mentais. Dispersa[mente], depara-se com sua própria imagem, triplicada e invertida, a cada olhar de canto do olho. Os sons ecoam, adormecem. Sua mente padece.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

oh, fuck.

tu vem, daliana?
rápido, daliana.
paciência, daliana.
tu sabe, daliana.
não sei, daliana.
por que, daliana?
eu te disse, daliana.
tô com medo, daliana.
é cruel, daliana.
não dá, daliana.
me desculpa, daliana?
eu quero, daliana.
tu decide, daliana.



mas, e aí, daliana?

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

o mundo está cheio

Vou abrir um canil, e o fim será o sabão.
hahahhahahhahhahahhahahhahahahahaha

sábado, 17 de novembro de 2007


Happiness is a warm gun.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

até quando?

Chega de pieguismo!

Digamos 'não' ao sentimentalismo e às palavras doces.
Ao platônico, ao disfarçado. Ao efêmero, ao acuado.
Ao eficiente, ao diferente. Ao devastador, ao permanente.



... não!

domingo, 4 de novembro de 2007

Lá dos fundos;

O vazio de ontem foi a tua ausência batendo às 2:12 da manhã, na porta dos meus pensamentos noturnos. E sem cerimônia foi entrando, ocupando todo o espaço da sala de estar.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

04:13 am

Eu canto pra você, meu bem,
toda a malícia que guardo no peito,
com todos os gestos do calor do meu afeto.

Eu canto pra você todas as passagens,
as descobertas do meu desejo
e toda sua [falsa]idade.

É pra você que eu grito toda a minha vaidade,
minha não-modernidade
de romântica incurável.

Sou eu quem sussurra em teu ouvido,
te digo o que há de mais bonito
e alimento a tua falsa modéstia.

Eu canto o teu encanto,
te mostro todo o meu pranto
e, ainda assim, te faço jorrar de tão feliz.

Te falo as minhas vontades,
assim, sem nenhuma ingenuidade,
que me deixam por um triz.

Eu canto pra você todos os sorrisos contados,
todos os medos guardados,
toda a insegurança e amor.
Ah, l'amour.


E mais uma vez eu te digo,
se um dia ainda cruzares comigo,
larga tudo e vem embora,
eu te carrego nos braços,
faço da tua a minha hora.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

poderia ser doce,

But the thoughts we try to deny
Take a toll upon our lives
We struggle on in depths of pride
Tangled up in single minds

.