Vou abrir um canil, e o fim será o sabão.
hahahhahahhahhahahhahahhahahahahaha
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
sábado, 17 de novembro de 2007
terça-feira, 13 de novembro de 2007
até quando?
Chega de pieguismo!
Digamos 'não' ao sentimentalismo e às palavras doces.
Ao platônico, ao disfarçado. Ao efêmero, ao acuado.
Ao eficiente, ao diferente. Ao devastador, ao permanente.
... não!
Digamos 'não' ao sentimentalismo e às palavras doces.
Ao platônico, ao disfarçado. Ao efêmero, ao acuado.
Ao eficiente, ao diferente. Ao devastador, ao permanente.
... não!
domingo, 4 de novembro de 2007
Lá dos fundos;
O vazio de ontem foi a tua ausência batendo às 2:12 da manhã, na porta dos meus pensamentos noturnos. E sem cerimônia foi entrando, ocupando todo o espaço da sala de estar.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
04:13 am
Eu canto pra você, meu bem,
toda a malícia que guardo no peito,
com todos os gestos do calor do meu afeto.
Eu canto pra você todas as passagens,
as descobertas do meu desejo
e toda sua [falsa]idade.
É pra você que eu grito toda a minha vaidade,
minha não-modernidade
de romântica incurável.
Sou eu quem sussurra em teu ouvido,
te digo o que há de mais bonito
e alimento a tua falsa modéstia.
Eu canto o teu encanto,
te mostro todo o meu pranto
e, ainda assim, te faço jorrar de tão feliz.
Te falo as minhas vontades,
assim, sem nenhuma ingenuidade,
que me deixam por um triz.
Eu canto pra você todos os sorrisos contados,
todos os medos guardados,
toda a insegurança e amor.
Ah, l'amour.
E mais uma vez eu te digo,
se um dia ainda cruzares comigo,
larga tudo e vem embora,
eu te carrego nos braços,
faço da tua a minha hora.
toda a malícia que guardo no peito,
com todos os gestos do calor do meu afeto.
Eu canto pra você todas as passagens,
as descobertas do meu desejo
e toda sua [falsa]idade.
É pra você que eu grito toda a minha vaidade,
minha não-modernidade
de romântica incurável.
Sou eu quem sussurra em teu ouvido,
te digo o que há de mais bonito
e alimento a tua falsa modéstia.
Eu canto o teu encanto,
te mostro todo o meu pranto
e, ainda assim, te faço jorrar de tão feliz.
Te falo as minhas vontades,
assim, sem nenhuma ingenuidade,
que me deixam por um triz.
Eu canto pra você todos os sorrisos contados,
todos os medos guardados,
toda a insegurança e amor.
Ah, l'amour.
E mais uma vez eu te digo,
se um dia ainda cruzares comigo,
larga tudo e vem embora,
eu te carrego nos braços,
faço da tua a minha hora.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
poderia ser doce,
But the thoughts we try to deny
Take a toll upon our lives
We struggle on in depths of pride
Tangled up in single minds
.
Take a toll upon our lives
We struggle on in depths of pride
Tangled up in single minds
.
sábado, 15 de setembro de 2007
unlucky.
Eu esperei tanto por esse dia, o dia em que tudo o que mais desejei nesses últimos meses estaria bem em frente aos meus olhos. E eu iria poder sentir todo o calor e emoção estremecer o corpo, vibrar com cada palavra pronunciada e abrir os abraços para os sentimentos escondidos por trás daquelas frases. Sei que seria complicado, muitos obstáculos, mas no fim valeria à pena. Talvez até rolasse lágrima pelo rosto, entende? A gente nunca sabe quando vai ser pego de supresa.
Ficava imaginando cada cena na minha cabeça, do início ao fim. Do 'oi, tô aqui', até o 'até mais, quem sabe?'. A respiração pára, o coração acelera. Eu conseguia sentir daqui a movimentação, todos os passos, estava se aproximando. Mas eis que acontece o inimaginável, o indesejado. Eu precisava respirar fundo, pois a bomba chegara aos meus ouvidos...
Ô, cara, vou mais não pra Incubus. =/
Ficava imaginando cada cena na minha cabeça, do início ao fim. Do 'oi, tô aqui', até o 'até mais, quem sabe?'. A respiração pára, o coração acelera. Eu conseguia sentir daqui a movimentação, todos os passos, estava se aproximando. Mas eis que acontece o inimaginável, o indesejado. Eu precisava respirar fundo, pois a bomba chegara aos meus ouvidos...
Ô, cara, vou mais não pra Incubus. =/
terça-feira, 28 de agosto de 2007
O dia que Júpiter encontrou Saturno.
[...]
- E que uma palavra ou gesto, seu ou meu, seria o suficiente para modificar nossos roteiros.
- Mas não seria natural.
- Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem.
- Natural é encontrar. Natural é perder.
- Linhas paralelas se encontram no infinito.
- O infinito não acaba. O infinito é nunca.
- Ou sempre.
[...]
Caio Fernando Abreu, Morangos Mofados.
- E que uma palavra ou gesto, seu ou meu, seria o suficiente para modificar nossos roteiros.
- Mas não seria natural.
- Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem.
- Natural é encontrar. Natural é perder.
- Linhas paralelas se encontram no infinito.
- O infinito não acaba. O infinito é nunca.
- Ou sempre.
[...]
Caio Fernando Abreu, Morangos Mofados.
domingo, 19 de agosto de 2007
quando nem sempre é opcional.
E é nos dias frios e chuvosos que mais se sente sua presença.
Ao sair da cama e encostar os pés no chão frio, fitando o vazio do quarto. No silêncio fúnebre do fim da madrugada, na névoa que encobre a calçada. Na noite que ainda ecoa em cada cômodo, na janela embaçada.
Ao respirar e nada mais escutar além do ar gelado entrando pelas narinas. No andar vago, olhar perdido. No cheiro de mofo nas roupas, café velho na garrafa. Nos jornais acumulados ao pé da porta, notícias passadas.
Ao tocar Beth Gibbons, e apenas ouvir. Na camisa esquecida, jogada pela casa. Nas paredes cinzas, marcadas pelo vermelho já envelhecido. Na água que cai lá fora e molha os pensamentos.
A solidão, como fiel companheira.
Ao sair da cama e encostar os pés no chão frio, fitando o vazio do quarto. No silêncio fúnebre do fim da madrugada, na névoa que encobre a calçada. Na noite que ainda ecoa em cada cômodo, na janela embaçada.
Ao respirar e nada mais escutar além do ar gelado entrando pelas narinas. No andar vago, olhar perdido. No cheiro de mofo nas roupas, café velho na garrafa. Nos jornais acumulados ao pé da porta, notícias passadas.
Ao tocar Beth Gibbons, e apenas ouvir. Na camisa esquecida, jogada pela casa. Nas paredes cinzas, marcadas pelo vermelho já envelhecido. Na água que cai lá fora e molha os pensamentos.
A solidão, como fiel companheira.
sexta-feira, 20 de julho de 2007
por alí.
E as coisas estão onde realmente deveriam estar. Ou não?
Vira e mexe elas saem do canto, ficam soltas por aí, desordenadas. Fazem a maior bagunça por onde passam. Mas e agora, elas estão certas? Estão corretas por se manterem fixas? Não se sabe.
Coisas. A gente generaliza tanto, e não chega a lugar algum.
Quando se acha que acaba, não acaba. E sabe o que mais?
Vira e mexe elas saem do canto, ficam soltas por aí, desordenadas. Fazem a maior bagunça por onde passam. Mas e agora, elas estão certas? Estão corretas por se manterem fixas? Não se sabe.
Coisas. A gente generaliza tanto, e não chega a lugar algum.
Quando se acha que acaba, não acaba. E sabe o que mais?
segunda-feira, 9 de julho de 2007
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Da janela.
De uma janela embaçada,
Observo a vida passar.
A luz já não é tão forte e clara.
A visão não é a mesma.
A felicidade anda apressada,
Se distanciando cada vez mais.
As cortinas vão se fechando,
Eu assisto tudo por trás.
O corpo fica e agüenta,
Mas a alma já se vai.
Tardes de domingo se foram,
Dias nublados tomaram seu lugar.
O jardim foi abandonado.
AS flores estão mortas,
Não há mais quem as regue.
Na sombra de uma macieira seca
Jaz o canto de uma vida,
Com um passado interrado
Esperando que o diabo o carregue.
Antiga.
Essa foi tão 'spleen e charutos'.
Observo a vida passar.
A luz já não é tão forte e clara.
A visão não é a mesma.
A felicidade anda apressada,
Se distanciando cada vez mais.
As cortinas vão se fechando,
Eu assisto tudo por trás.
O corpo fica e agüenta,
Mas a alma já se vai.
Tardes de domingo se foram,
Dias nublados tomaram seu lugar.
O jardim foi abandonado.
AS flores estão mortas,
Não há mais quem as regue.
Na sombra de uma macieira seca
Jaz o canto de uma vida,
Com um passado interrado
Esperando que o diabo o carregue.
Antiga.
Essa foi tão 'spleen e charutos'.
quinta-feira, 7 de junho de 2007
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Por cima.
Blá blá blá...
Minha relação com pessoas é um tanto estranha. Tenho sérios problemas de comunicação/expressão. Sou uma pessoa socialmente frustrada, confesso. Sou altamente calada pessoalmente, mas não chata. Tenho relações cortadas com minhas cordas vocais, mas graças aos et's, meus dedos me servem de ótima ajuda.
Coisas sem as quais não vivo, tirando dormir, comer e respirar, sem dúvida são meus amigos. Pessoinhas estranhas ou não, mas que me dão uma força e segurança do caralho. São meu vício, meu sorriso, minha dedicação.
Blé blé blé.
Minha relação com pessoas é um tanto estranha. Tenho sérios problemas de comunicação/expressão. Sou uma pessoa socialmente frustrada, confesso. Sou altamente calada pessoalmente, mas não chata. Tenho relações cortadas com minhas cordas vocais, mas graças aos et's, meus dedos me servem de ótima ajuda.
Coisas sem as quais não vivo, tirando dormir, comer e respirar, sem dúvida são meus amigos. Pessoinhas estranhas ou não, mas que me dão uma força e segurança do caralho. São meu vício, meu sorriso, minha dedicação.
Blé blé blé.
quinta-feira, 3 de maio de 2007
hell is around the corner.
O inferno está ao seu redor, lhe queimando em brasas, lhe consumindo a alma. Sua pele arde, seu sangue ferve, sua calma vira fumaça e o calor lhe apodrece. Seus sentidos viram cinzas, que se esvaem com um sopro. O fogo também lhe consome os pensamentos, eles desaparecem. No inferno você se perde, parece não achar mais uma saída. Tudo está perdido. Ele te deixa marcas dolorosas, te arranca pedaços, te tira as esperanças. Lá é cheio de ilusões, ilusões que te deixam em coma. Você sufoca. Seus pulmões e sentimentos murcham, ele também te seca por dentro e lá dentro. E ele está ali, bem próximo. Não existe desvio seguro onde não haja faíscas. O inferno está ao seu redor. Feche os olhos e sinta a dor.
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